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sábado, 31 de dezembro de 2022

Bolsonaro sobre morte de papa Bento XVI: “Deixa um legado imenso”



O presidente Jair Bolsonaro (PL) lamentou a morte do papa emérito Bento XVI, que faleceu neste sábado (31/12), aos 95 anos. Em uma publicação nas redes sociais, o mandatário da República, que deixa o comando do Palácio do Planalto neste 31 de dezembro, disse que o pontífice “deixou um grande legado” para a Igreja Católica.

“Embora seu pontificado tenha sido curto, deixa um legado imenso para a Igreja Católica, para todos os cristãos e para a humanidade. […] Que seu exemplo e sua obra magistral de grande teólogo e pastor possam educar e iluminar a todos nós”, escreveu.

Veja a publicação completa:

A morte de Bento XVI

Mateo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, publicou nota, na manhã deste sábado, confirmando a morte de Bento XVI. “Com pesar informo que o papa emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34, no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. Assim que possível, serão enviadas novas informações”, diz o comunicado. A causa da morte ainda não foi informada.

Nascido Joseph Aloisius Ratzinger, o papa emérito renunciou ao cargo em 2013, algo que só havia sido visto há 600 anos. Desde a renúncia, ele vivia em um antigo convento dentro dos jardins do Vaticano, com o secretário dele, o arcebispo Georg Ganswein, auxiliares e uma equipe médica.


A vida

Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927, em uma pequena vila chamada Marktl am Inn, na Baviera, Alemanha, às margens do rio Inn. Seus pais eram Joseph, um comissário de polícia, e Maria Peintner.

Ele entrou no seminário em 1939 e se tornou padre em 29 de junho de 1951. Na tarde de 19 de abril de 2005, Ratzinger foi escolhido como papa para suceder o futuro santo João Paulo II, que exerceu a função por 26 anos, 5 meses e 17 dias.

Depois de dois dias e quatro rodadas de conclave, às 17h56 (horário local), a chaminé da Capela Sistina exalou a fumaça branca: havia sido escolhido o 265º sucessor de Pedro. Então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Ratzinger pediu para ser chamado de Bento XVI. A explicação: ele queria se inspirar na coragem de Bento XV (1914-1922) durante a 1ª Guerra Mundial. E também em São Bento de Núrsia, copadroeiro da Europa, chamado de Patriarca do monarquismo ocidental.

Fonte: Metrópoles